Mágica hi-tech em eventos corporativos

A Ilusion, criada por Klauss Durães e Henry Vargas, é a bola da vez no mercado de fornecimento de serviços tecnológicos para eventos corporativos. Este é o tema de um artigo recente publicado no site da Exame.

Novo Ilusionismo

Os dois empresários, ambos ainda com menos de 30 anos, não descuraram sua formação. Vargas tem formação em Direito, estando a fazer agora pós-graduação em marketing, e Durães se formou em Engenharia Civil, tendo passado também por Administração de Empresas. Mas a paixão de ambos é a mágica e é nisso que são realmente bons, sendo aí que fazem a diferença. As grandes empresas, como o Bradesco, a Vale ou a Bayer, e até o Sebrae e a Caixa Econômica Federal, já não passam sem seus serviços.

O Novo Ilusionismo, conceito que eles praticamente inventaram, é simplesmente a adoção das “novas tecnologias” à arte mágica. Falamos do uso de drones, de hologramas, de tablets, de realidade expandida, e outros recursos que estão fazendo do coelho que sai da cartola uma coisa do passado. Vargas indica que, com suas possibilidades técnicas, eles conseguem até fazer surgir um helicóptero em um palco.

Envolvência única

Todo o mundo está cansado de eventos estáticos e palestras descritivas. Os eventos que causam realmente sensação nas pessoas são cada vez mais solicitados. O público já viu mágica mas nunca viu aquilo que a Ilusion consegue fazer. Daí o sucesso da jovem empresa.

Os jovens compreenderam que o mercado de eventos corporativos significava uma oportunidade para eles. Um público impressionado fica mais recetivo a uma determinada mensagem, seja um grupo de clientes, uma equipe de trabalhadores ou o grande público constituído por potenciais clientes de um produto ou serviço. Uma forte impressão é mais passível de ser compartilhada nas redes sociais também – e com isso o investimento do cliente da Ilusion fica mais barato.